sábado, 23 de julho de 2011

Dunkleosteus

Nome científico: Dunkleosteus terrelli, ?D.Marsaisi, D.raveri, D.amblyodoratus
Significado do nome: Osso de Dunkle
Classificação científica: Chordata> Placodermi> Arthrodira> Dinichthydae>Dunkleosteus
Comprimento: Até 9 metros
Peso: Aproximadamente 4 toneladas
Local onde viveu: América do Norte, Polônia, Bélgica e Marrocos
Época: Período Devoniano, há cerca de 380-360 milhões de anos
Alimentação: Carnívora
O Dunkleosteus foi um dos maiores placodermos que já existiu, medindo quase 10 metros e pesando 4 toneladas. Este gigante dominou os mares de parte da Europa, América do Norte e África durante o final do Devoniano, há 380 milhões de anos. Este animal tinha uma armadura, sua característica principal, que não deveria servir para se proteger, já que era o maior animal carnívoro de sua época, comendo até tubarões.
O Dunkleosteus foi nomeado em 1956 por David Dunkle, por isso o nome:Dunkle=David Dunkle, e Osteus=Osso, ou seja, "Osso de Dunkle". A espécieD.terrelli, foi originalmente descrito como uma espécie Dinichthys, em 1873. Este animal, como eu já disse, é um Placodermo. O termo Placodermo significa "Pele Blindada": Placo= Blindada; Dermo=Pele. Ou seja, ele era diferente dos peixes ósseos atuais, tinha uma dura armadura no corpo, que o protegia de batidas ou outros danos.
Provavelmente, o Dunkleosteus era um nadador não muito rápido nem eficiente(embora poderoso), devido à sua pesada armadura óssea. O mais famoso espécime de Dunkleosteus fica no Museu de História Natural de Cleveland, porém outros espécimes estão no Museu de Queensland e no Museu de História Natural Americano.






fonte: blog animais aquatics pre históricos

Pterygotus angilicus

Nome científico: Pterygotus angilicus, P.atlanticus, P.buffaloensis, P.carmani, P.cobbi, P.macrophtalmus, P.rhenaius
Significado do nome: Animal alado, ou Uma barbatana
Classificação científica: Arthropoda> Chelicerata> Eurypterida> Eurypteracea> Pterygotidae> Pterygotus
Comprimento: 2,3 metros e talvez 3 metros
Peso: Cerca de 100 quilos
Local onde viveu: Mundo inteiro, exceto Antártica
Época: Período Siluriano até Devoniano
Alimentação: Carnívora


O pterygotus era um artrópode da ordem dos euriptéridos, também conhecidos como escorpiões marinhos, que viveu no Siluriano, entre 440 e 410 milhões de anos atrás. O Pterygotus já foi considerado o maior dos escopião marinhos, podendo crescer até ultrapassar o tamanho de um homem, porém em 2007 foi encontrado um fóssil de Jaekelopterus rhenaniae, no sudoeste da Alemanha que, acretida-se, media mais de 2,5 metros de comprimento, portanto ainda maior que o maior Pterygotus.
Antes dos peixes se tornarem os donos dos mares, os escorpiões marinhos foram os predadores dominantes. OPterygotus, assim como outros escorpiões-marinhos, podia caminhar em terra, pois tinha um tipo de pulmão primitivo. Alimentava-se de peixes. Apesar de serem conhecidos como "escorpiões do mar", os euriptéridos não tinham um ferrão no final da cauda, sendo que esta era usada apenas para impulsionar o animal enquanto nadava, com movimentos horizontais (como fazem as atuais baleias). Como seus parentes terrestres, tinha duas pinças, parecidas com as doscaranguejos de hoje em dia, que usava para dominar suas presas. Usava o quinto par de pernas, que era modificado, como uma espécie de estabilizadores enquanto nadava.


fonte: wikipedia

Leedsichthys problematicus

Nome científico: Leedsichthys problematicus
Significado do nome: Peixe de Leed
Classificação científica: Chordata> Osteichthyes> Actinopterygii> Pachycormiformes> Pachycormidae>
Comprimento: 18 metros
Peso: Cerca de 60 toneladas
Local onde viveu: Inglaterra
Época: Período Jurássico, há cerca de 167-155 milhões de anos
Alimentação: Plâncton(krill, camarões minúsculos e outros)

Leedsichthys era um gigante pachycormid (um grupo extinto de Mesozóico peixes ósseos ) que viveu nos oceanos do Meio período Jurássico . [ 2 ] O parente vivo mais próximo do pachycormids é o Bowfin , Amia calva , mas isso é só muito remotamente relacionados.
O nome Leedsichthys significa "Leeds peixe '", depois do coletor de fósseis de Alfred Leeds Nicholson, que o descobriu antes de 1886 perto de Peterborough, na Inglaterra . [ 2 ] Os fósseis encontrados por Leeds deu o peixe oepíteto específico problematicus , porque os restos foram tão fragmentado que eles eram extremamente difíceis de reconhecer e interpretar. [ 2 ]

Os restos fósseis de Leedsichthys foram encontrados na Callovian da Inglaterra , norte da Alemanha , o Oxfordianodo Chile , eo Kimmeridgian da França. [ 3 ]
Embora os restos de mais de setenta pessoas foram encontradas, a maioria deles são parciais e fragmentárias,[ 2 ] o que tornou difícil estimar o comprimento do peixe. Arthur Smith Woodward , que descreveu o espécime em 1889, [ 4 ] estimou que para ser de 30 pés (cerca de 9 metros) de comprimento, [ 5 ] , comparando a cauda de Leedsichthys com outro pachycormid, Hypsocormus . Em 1986, Martill compararam os ossos deLeedsichthys a um pachycormid que ele tinha descoberto recentemente, [ 6 ] , mas as proporções incomuns desse espécime deu uma ampla gama de tamanhos possíveis. [ 3 ] As estimativas mais recentes, a partir de documentação de descobertas históricas [ 7 ] ea escavação da amostra mais completa de sempre do Pit Estrela perto Whittlesey , Peterborough , [ 8 [ 9 ] figuras de apoio Smith Woodward, de entre 30 e 33 pés (9 e 10 metros). Trabalhos recentes sobre anel de crescimento estruturas entre as ruínas de Leedsichthys também indicaram que teria levado 21-25 anos para chegar a estes comprimentos, [ 10 ] e elementos isolados de espécimes outros indicam que o tamanho máximo de pouco mais de 16 metros (53 pés [ 11 ] ) não é razoável.
Como o maior peixe de hoje, os tubarões-baleia e tubarões-frade , problematicus Leedsichthys derivado sua nutrição usando uma matriz de especializados rastros branquiais forro de sua cesta de emalhar para extrair zooplâncton da água que passa através de sua boca e em suas guelras. Há pouca evidência direta de predação em oposição a limpeza em Leedsichthys permanece, mas espécime P.6924 no Museu de História Natural de Londres, mostra sinais de mordidas de umLiopleurodon porte pliossauro . Estas mordidas têm então curado, indicando que Leedsichthys poderia até mesmo escapar do predador de topo do Barro Oxfordmares, provavelmente como resultado de sua cauda poderosa.


fonte: wikipedia




Pegadas que podem ter sido deixadas por dinossauros


Pegadas que podem ter sido deixadas por dinossauros há cerca de 140 milhões de anos estão despertando o interesse de estudiosos, que visitaram no dia 12 de julho um sítio paleontológico em Nioaque, cidade a 170 quilômetros de Campo Grande. Os vestígios pré-históricos também chamam a atenção do poder público para a necessidade de preservação da área, que integra o roteiro de um geoparque em fase de implantação.
O professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Sandro Marcelo Scheffler, contou ao G1 como ocorrem os rastros fossilizados nas rochas. "São dezenas de pegadas na margem do rio, mas poucas estão bem preservadas. A maioria constitui-se de undertracks, ou seja, a camada de terra compactada que se formou debaixo da pegada já erodida pelo tempo", relata. Scheffler esteve no local quatro anos atrás com o colega pesquisador Rafael Costa da Silva em busca de informações, e ambos observaram à época que a maioria dos vestígios sofreu desgaste pela ação da água do rio.
Técnicos do Patrimônio da União fazem levantamento no local (Foto: Divulgação/SPU-MS)
Na semana passada, a visita foi coordenada por técnicos da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que fizeram levantamentos para iniciar o processo de cessão do terreno ao município de Nioaque. A prefeitura tem interesse em explorar o turismo na área, segundo o superintendente regional Mário Sérgio Sobral Costa. "A lei diz que todo rio é federal quando, entre outros critérios, encontra-se na faixa de fronteira. É o caso do rio Nioaque. Portanto, o terreno de até 15 metros a partir da margem pertence à União. Estamos fazendo medições para reservar o sítio com as pegadas e cedê-lo com finalidades específicas de exploração turística e científica", explica o gestor.

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) também está ajudando nas investigações geológicas, como relata o superintendente regional Antonio Claudio Leonardo Barsotti. "O primeiro passo é o agendamento da vinda de três paleontólogos do Museu de Ciências da Terra para visita ao sítio. Além de mim, outros dois geólogos também acompanham o processo", afirma.


Bípedes de postura ereta

Pesquisas preliminares apontaram que as pegadas teriam sido deixadas no período Cretáceo por dinossauros bípedes de postura ereta, como os ornitópodes. Scheffler e Silva, no entanto, acrescentaram a possibilidade de que sejam rastros de terópodes, cujo exemplar popularmente conhecido é o tiranossauro.

O local foi descrito pela primeira vez no final da década de 1980 pelo professor Gilson Martins, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em outubro de 2010, Martins e outros três pesquisadores publicaram em revista científica um artigo listando os fósseis e afloramentos conhecidos no estado, entre esses o sítio paleontológico que fica a 2,7 quilômetros a jusante da ponte sobre o rio Nioaque.
Vestígios chamam a atenção de turistas e estudiosos (Foto: Divulgação/SPU-MS)
O professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Boggiani, alerta para a necessidade de estudos mais aprofundados antes de se afirmar que as evidências remontam de fato à era dos dinossauros. "São vestígios interessantes, mas é preciso que sejam estudados e comprovados", aponta. O estudioso reconhece, porém, o valor social da descoberta. "Além de ajudar a contar a história do planeta, abre possibilidades para o turismo científico, por exemplo. Poderá desenvolver a economia local e até ajudar na popularização da ciência, de maneira geral", observa.


Geopark em MS: segundo das Américas

Embora a existência das pegadas seja conhecida na região há mais de duas décadas, apenas nos últimos três anos o poder público demonstrou interesse em preservar o local e destiná-lo à pesquisa e ao turismo. O sítio foi incluído no Geopark Bodoquena/Pantanal, criado em 2009 pelo governo estadual e que busca o aval da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

O projeto abrange 13 municípios e conta com destinos como Buraco das Araras, em Jardim; Grutas do Lago Azul e de São Miguel, em Bonito; e o fóssil da Corumbela, em Corumbá. Mato Grosso do Sul rivaliza com Minas Gerais e Rio de Janeiro em busca do título de segundo geoparque das Américas. Os três estados querem a homologação de seus geoparques pela Unesco. No Brasil já existe o Geopark Araripe, criado em 2006 no Ceará.
Pegadas fossilizadas em rochas estão às margens do rio Nioaque, em MS (Foto: Divulgação/SPU-MS)

fonte: circuito mato grosso

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ovo fossilizado de dinossauro revela que eles eram habitados por vespas


A descoberta de casulos de vespas antigas dentro de um ovo fossilizado de dinossauro sugere que esses insetos eram parte importante da cadeia alimentar na Era dos Dinossauros.
Os casulos foram escontrados em um ovo de titanossauro (um dos maiores dinossauros que habitaram a Terra) de uma coleção de cinco ovos que foram encontrados em 1989 na região da Patagônia, na Argetina.
Mas foi apenas recentemente que os cientistas descobriram que um dos ovos quebrados continham pequenas estruturas em forma de salsicha. Essas estruturas de poucos centímetros seriam de um inseto próximo as vespas modernas.
As vespas podem ter sido indispensáveis para os dinossauros. Os cientistas acreditam que elas causavam pequenas fraturas na casca dos ovos, se alimentando da parte da gema que estava apodrecendo e a limpando.
A presença de vespas sugere que uma comunidade complexa de invertebrados se desenvolveu em torno dos ovos podres de dinossauro, já que os insetos estão no topo da cadeia alimentar decompositora.Vespas e necrófagos teriam ajudado também na limpeza de ninhos, eliminando possíveis patógenos. 
fonte: LiveScience]

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Achado mais jovem fóssil de dinossauro





São Paulo – Cientistas encontram o mais jovem fóssil de dinossauro, um achado que ajuda a comprovar a teoria de que um grande asteroide causou a extinção desses animais há 65 milhões de anos.
Os pesquisadores da Universidade de Yale descobriram o chifre do que muito provavelmente é um Tricerátops em Montana, nos Estados Unidos.
Ele estava enterrado apenas 12 cm abaixo do que é conhecido como fronteira “K-T” – a camada geológica que marca a transição do Cretáceo para o Terciário, justamente quando ocorreu a grande extinção.
Há mais de 30 anos, a hipótese mais aceita para o desaparecimento dos dinossauros é a queda de um asteroide entre 10 e 17 km que causou a extinção de 50% das espécies do planeta. Existe, no entanto, um problema que faz com que alguns cientistas questionem sua veracidade: a ausência de fósseis na camada de 3 metros abaixo da fronteira K-T.
Essa falta de vestígios de dinossauros nos milhares de anos anteriores ao impacto pode indicar que, na verdade, as espécies não aviárias teriam desaparecido aos poucos – antes da queda do asteroide (as aviárias sobreviveram e deram origem aos pássaros modernos).
Porém, o achado de Yale sugere que essa ausência de fósseis na barreira dos 3 metros não existe. No estudo publicado na Biology Letters, o pesquisador Tyler Lyson descreve o fóssil a apenas 12 cm da fronteira, o mais próximo já encontrado, o que sugere que pelo menos alguns dinossauros ainda estavam vivos quando o asteroide caiu.
Entre os cuidados da equipe, está o envio de amostras do solo para confirmação de sua idade – pólen fossilizado e outros indicadores geológicos comprovam que aquele animal viveu apenas milhares, ou dezenas de milhares, de anos antes do impacto.
fonte:info

terça-feira, 12 de julho de 2011

Chifre pode resolver o mistério da extinção dos dinossauros

Um pequeno chifre fossilizado, descoberto em um local incomum, pode acabar com a polêmica sobre a causa do desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos, que há três décadas divide os partidários de diversas teorias. Segundo um estudo publicado nesta terça-feira na revista Biology Letters da Royal Society britânica, a presença deste chifre de dinossauro em uma camada das colinas do estado de Montana, nos Estados Unidos, sugere uma brusca mudança climática provocada pela queda de um asteróide na Terra.
Durante muito tempo, o desaparecimento dos dinossauros foi um mistério que deu lugar a diversas especulações. Os especialistas se limitavam a afirmar que seus fósseis abundam na era mesozóica (-248 a -65 milhões de anos), mas que não são encontrados outros rastros nas rochas mais recentes. Em 1980, vários cientistas da Universidade da Califórnia, liderados por Luis Alvarez e seu filho Walter, descobriram que uma camada de argila de 65 milhões de anos continha uma forte taxa de irídio, um metal muito raro e quase ausente da superfície da Terra, mas presente nos meteoritos.
Para os pesquisadores, era um sinal de um impacto da colisão com a Terra de um grande objeto vindo do espaço, que teria provocado uma catástrofe ecológica que apagou bruscamente os dinossauros do planeta, assim como diversas espécies animais e vegetais. Em março de 2010, 41 pesquisadores apontaram como causa um asteróide de 15 km de diâmetro que caiu em Chicxulub, na província mexicana de Yucatán, atingindo a Terra com uma potência fenomenal. A teoria, muito polêmica no início, foi alimentada mais tarde por diversos estudos, que não convenceram os defensores da principal teoria adversa.
Embora estes especialistas não neguem a queda do asteróide, consideram que esta extinção massiva está vinculada a fenômenos vulcânicos muito mais antigos, cuja origem encontra-se na atual Índia. Após 1,5 milhão de anos, estas erupções teriam desembocado no mesmo resultado que o asteróide: um lento esfriamento e depósitos de irídio ou de outros minerais raros. Segundo alguns cientistas, a população de dinossauros já teria desaparecido antes da queda deste asteróide no Yucatán. A prova seria a existência de uma camada de três metros nos sedimentos geológicos anteriores ao período do meteorito, no qual jamais foram descobertos fósseis de dinossauros.
Mas agora a equipe dirigida por Tyler Lyson, da Universidade de Yale, encontrar o chifre frontal de um ceratops 13 cm abaixo do limite geológico que marca o início do episódio da queda do meteoro. "A localização deste dinossauro demonstra que não existe um "vazio de três metros" no Cretáceo e é incompatível com a hipótese segundo a qual os dinossauros (...) desapareceram antes do impacto" do asteróide, conclui o estudo do professor Lyson. No entanto, a polêmica não está definitivamente enterrada. Os geólogos que descobriram este chifre reconhecem que não podem explicar a ausência total de fósseis em uma camada de sedimentos de 125 cm depositada imediatamente após a queda do asteróide.